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  • ANGELA MARIA DE OLIVEIRA | A arte como forma de cuidado

    ANGELA MARIA DE OLIVEIRA | A arte como forma de cuidado, acolhimento e participação comunitária marca a trajetória da artesã Angela Maria de Oliveira, uma das figuras mais atuantes do artesanato e da cultura popular em Gramado. Natural do município e com 65 anos de idade, Angela construiu ao longo da vida uma relação profunda com o fazer manual, transformando diferentes técnicas em expressões de sensibilidade e também em ferramentas de integração social. Assista a entrevista: Seu trabalho transita por diversas linguagens do artesanato, entre elas o patchwork, tricô, crochê, macramê, trabalhos em madeira e artesanato em tecido. Cada peça carrega não apenas a dedicação de quem domina o ofício, mas também a valorização das tradições manuais que fazem parte da identidade cultural da região. Além da produção artística, Angela também exerce um importante papel de representação cultural. Atualmente, ela é a representante do artesanato no Conselho Municipal de Cultura de Gramado, contribuindo para fortalecer o reconhecimento do trabalho dos artesãos dentro das políticas culturais do município. Sua participação também se estende à Feira Criativa Joaquina, espaço que reúne artistas e criadores locais, promovendo a economia criativa e aproximando a comunidade da produção cultural. Mas talvez um dos aspectos mais marcantes de sua trajetória seja o envolvimento social. Angela integra o projeto Corações Afetuosos, uma iniciativa solidária que acolhe mulheres que enfrentaram o câncer de mama, oferecendo apoio emocional e humano em um momento delicado da vida. O projeto também atua na preparação de enxovais para bebês prematuros e no auxílio a mães em situação de vulnerabilidade, levando cuidado, dignidade e esperança a muitas famílias. Com uma vida dedicada à arte e ao voluntariado, Angela Maria de Oliveira representa a força transformadora do artesanato quando ele se conecta com a comunidade. Seu trabalho vai além da criação de peças: ele constrói redes de solidariedade, preserva saberes tradicionais e reafirma a importância da cultura como instrumento de afeto e transformação social. Jornalista Ricardo Veras Paralelo 29 Comunicação e Artes

  • ROSANGELA M. TEIXEIRA | A arte como forma de expressão

    ROSANGELA M. TEIXEIRA | A arte como forma de expressão, identidade e conexão com o cotidiano é o que move o trabalho da artista plástica e artesã Rosangela Maria Teixeira da Silva, moradora do bairro Bavária, em Gramado. Nascida no Rio de Janeiro e hoje profundamente ligada à cultura e à paisagem da Serra Gaúcha, Rosangela construiu ao longo dos anos uma trajetória marcada pela sensibilidade artística e pela valorização do universo feminino em suas criações. Assista a entrevista: Aos 63 anos, a artista desenvolve trabalhos em tecido e feltro, peças que ganham vida a partir de uma proposta lúdica e expressiva. Em suas obras, Rosangela busca traduzir percepções sobre o mundo feminino, suas emoções, vivências e simbolismos, sempre com delicadeza e criatividade. Paralelamente à produção artesanal, ela também se dedica à fotografia amadora, encontrando na natureza — especialmente nas paisagens de Gramado — uma fonte constante de inspiração. Integrante da Associação Cultural Artistas Visuais de Gramado (ACAVG) desde 2021, Rosangela participa ativamente de exposições, eventos e projetos culturais na cidade. Entre suas atividades estão participações em exposições coletivas da ACAVG, na tradicional Feira Feito em Gramado, na Feira Criativa Joaquina e em eventos culturais como o Festival Caminhos de Outono, que transforma ruas da cidade em espaços de arte e convivência. Sua atuação também inclui projetos comunitários e educativos, como a participação como oficineira no projeto “Gramado Tem Arte”, que levou oficinas artísticas para diferentes bairros do município, promovendo a democratização do acesso à arte e incentivando a produção cultural local. Ao longo de sua trajetória, Rosangela também participou de iniciativas marcantes, como a pintura de elementos artísticos durante o Natal Luz de Gramado e trabalhos culturais em espaços tradicionais da cidade, como o CTG Manotaço. Na entrevista em vídeo para o site Notícias VG, a artista fala sobre sua trajetória, suas inspirações e o papel da arte em sua vida, além de compartilhar reflexões sobre o processo criativo, a valorização do artesanato e a importância da cultura no cotidiano da comunidade. Uma conversa sensível e inspiradora que revela como a arte pode transformar experiências pessoais em expressões capazes de dialogar com o público e fortalecer a identidade cultural de uma cidade como Gramado. Jornalista Ricardo Veras Paralelo 29 Comunicação e Artes

  • Centro Municipal de Cultura recebe exposição “Gramado Num-Aquarelada” de Fernando Gondim

    O Centro Municipal de Cultura Arno Michaelsen sedia, de 6 a 30 de março, a exposição “Gramado Num-Aquarelada”, do artista Fernando Gondim. O projeto une fotografia e arte interativa, apresentando uma curadoria de cenários reais de Gramado transformados em telas de pintura. A técnica utilizada é a de pintura por números, que consiste na divisão da tela em seções numeradas que correspondem a cores específicas, com o objetivo de simplificar o processo criativo. Cada composição da mostra é baseada em registros fotográficos do próprio artista, que explica a concepção do projeto. “Unindo fotografia autoral à arte da pintura, este projeto apresenta uma curadoria de cenários reais de Gramado transformados em tela. Cada composição é baseada em registros próprios, fazendo o caminho da lente ao pincel”, afirma Gondim. Com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h50 e das 13h às 17h, o Centro de Cultura fica localizado na Rua Leopoldo Rosenfeld, nº 818. Paralelamente, acontece no local a exposição de arte contemporânea denominada “Salão de Arte de Gramado”.

  • EXPOSIÇÃO | Salão de Arte 100 de Gramado

    EXPOSIÇÃO | Salão de Arte 100 de Gramado A Casa 100+ abre oficialmente sua temporada de exposições externas em 2026 com o Salão de Arte 100 de Gramado, cuja abertura acontece na noite de hoje, na Secretaria Municipal da Cultura de Gramado, localizada na Rua Leopoldo Rosenfeld, 818, junto ao belíssimo Lago Joaquina Rita Bier. O evento reunirá artistas, produtores culturais, autoridades, imprensa e a comunidade regional em um encontro que celebra a arte como linguagem de pertencimento e diálogo público. A noite contará com apresentação especial do Grupo Vocal “Seresteiros Gramado”, ampliando o caráter simbólico da cerimônia de abertura. Com curadoria de Angela de Oliveira, o Salão apresenta um conjunto expressivo de artistas: Ana Goulart, Aroldo Júnior, Ana Lua Fagundes, Andrea Cerqueira, Ara Vilela, Cati Alionis, Cleusa Soares, Dino Faria, Esther Melo, Elania Matos, Flávia Junqueira, Germano, Gilmar Stahl, Gisele Faganello, Izilda Werner, Josie Mengai, Justina D’Agostino, Laura Kessler, Leni Zilioto, Luiz Fernando Rigotti, Luiza Sella, Mariângela Rettore, Mauro Kersul, Meg Gerhardt, Marilde Mafra, Patrícia Di Basso, Ricardo Veras, Rogério Zanforlin, Sonia Gambeta, Sandra Helena Lima, Wim Aerts e Ysa Floriano. Ysa Floriano, que é a Embaixadora Mirim do projeto, já representou a iniciativa na Bélgica e agora segue para Roma, ampliando a presença internacional do movimento e fortalecendo a conexão entre Gramado e o circuito artístico europeu. A exposição segue aberta ao público até o dia 30 de março, com visitação de segunda a sábado, das 7h50 às 11h50 e das 13h às 17h. Como representante no Sul do Brasil do projeto “Arte per Tutti con Tutti”, assinado pelo Cour des Arts e pelo Alemão Art e aprovado pelo Parlamento Europeu, a Casa 100+ também anuncia, por meio deste Salão, o Grande Salão 100 by Cour des Arts, que acontecerá em Gramado entre os dias 16 e 18 de outubro, em um local emblemático da cidade. O movimento prepara ainda o terreno para a futura instalação de um Museu de Arte Urbana e Contemporânea na Serra Gaúcha, consolidando Gramado como polo de arte contemporânea, interccâmbio cultural internacional e ocupação artística dos espaços públicos. “Em um tempo em que o mundo caminha sobre fios sensíveis, a arte surge como gesto de cuidado — um espaço onde diferenças se encontram, vozes confluem e os povos reaprendem a caminhar juntos”, destaca a curadora Angela de Oliveira. A comunidade artística, produtores culturais e a população de Gramado e região estão convidados a prestigiar a abertura e participar deste momento histórico para a cultura local. A noite de hoje marca não apenas o início de uma exposição, mas o fortalecimento de um novo capítulo para a arte contemporânea na Serra Gaúcha.

  • TIAGO WAGNER | Acordeonista com talento e disciplina

    Com talento, disciplina e uma trajetória construída desde muito jovem, o acordeonista gramadense Tiago Wagner vem se consolidando como uma das fortes lideranças da música tradicionalista e popular da Serra Gaúcha. Nascido em 12 de fevereiro de 1997, Tiago alia técnica, carisma e presença de palco a uma postura profissional que o coloca em evidência nos principais eventos culturais da região. Assista a entrevista: Vencedor do Concurso de Gaita Pianada no 35º Rodeio de Gramado, o músico soma experiências importantes em bandas como Pop Star, de Nova Petrópolis, e Banda Geração Sul, além de participações especiais com grupos consagrados como Expedito Abrahão e Os Campeiros, Grupo Timbre Gaúcho, Grupo 4 Gaudérios, Grupo Estribo de Prata, Ataliba e Grupo e Grupo Tchê Manos. Sua versatilidade também se reflete nas apresentações individuais realizadas atualmente em espaços tradicionais como o Restaurante Bella Brasa e a Churrascaria Baggio. Ao longo da carreira, Tiago marcou presença em eventos de grande relevância cultural, como a Festa da 30ª Colônia de Gramado, a 5ª Vindima em Gramado, a Festa Colonial de Canela, além de ter realizado show de abertura na Semana Junina de Canela para o grupo Falamansa e também para a banda La Montanara, na Sociedade Linha Araripe. Com formação complementar em Técnica Vocal pela Ostinatos e especialização em Técnicas de Acordeon com Felipe Moschen, Tiago demonstra constante busca por aperfeiçoamento. Mais do que um instrumentista de destaque, ele atua como representante da área musical no Conselho Municipal de Cultura de Gramado, contribuindo ativamente para o fortalecimento das políticas públicas e para a valorização dos artistas locais. Nesta entrevista, Tiago Wagner compartilha sua trajetória, os bastidores da profissão, os desafios do cenário cultural e a importância da organização da classe artística. Um diálogo que evidencia não apenas o músico premiado, mas o líder comprometido com o desenvolvimento cultural da cidade. Jornalista: Ricardo Veras Produção: Paralelo 29 Comunicação e Artes

  • FERNANDA DAHMER | Arte com envolvimento e pertencimento

    A arte nunca foi um território distante para Fernanda Dahmer — ela nasceu dentro dele. Desde muito pequena, conviveu com sons, movimentos e expressões que moldariam sua trajetória. O avô gaiteiro fazia da música uma presença constante, enquanto os pais, atentos à sensibilidade da filha, a colocaram no balé aos quatro anos de idade. E foi ainda nos tempos de escolinha que já chamava atenção em apresentações, conquistando o público com desenvoltura e carisma. Desde então, a arte corre em suas veias. Ao longo da juventude e da vida adulta, expandiu seus horizontes e percorreu países da América do Sul produzindo arte, absorvendo referências culturais e ampliando sua visão de mundo. Essa vivência multicultural fortaleceu sua identidade como criadora e consolidou sua vocação para transitar entre diferentes linguagens. Atriz, roteirista, artesã e produtora cultural, Fernanda atua no teatro, cinema, literatura e dança com naturalidade e profundidade. Em Gramado, onde é produtora cultural, tornou-se uma figura influente no cenário artístico local. Sua atuação ultrapassa os palcos e os bastidores, alcançando também o debate público — tanto que, nas últimas eleições, colocou seu nome à disposição da comunidade como candidata a vereadora, reforçando seu compromisso com a cultura e com a cidade. Multiartista por essência, Fernanda construiu uma trajetória marcada pela sensibilidade, pela inquietação criativa e por um forte senso de pertencimento cultural. Jornalista Ricardo Veras Produção: Paralelo 29 Comunicação e Artes

  • Wanderley Cavalcante | Historiador e produtor cultural

    Wanderley Cavalcante é historiador e produtor cultural com atuação consolidada em Gramado há quase 11 anos. Formado em História pela Universidade Estadual do Ceará, construiu sua trajetória profissional unindo pesquisa histórica, gestão cultural e educação patrimonial. Assista a entrevista: Desde que chegou à cidade, dedica-se intensamente à pesquisa da história de Gramado e da região, contribuindo para o fortalecimento da identidade local e para a valorização da memória coletiva. Seu trabalho dialoga diretamente com importantes instituições museológicas do município, como o Museu Hugo Daros, o Museu Major Nicoletti e o Museu do Trem, espaços fundamentais na preservação e difusão do patrimônio histórico da cidade. Atualmente, Wanderley é Coordenador dos Espaços Culturais e do Patrimônio Histórico de Gramado, função na qual articula ações voltadas à preservação, pesquisa e democratização do acesso à história local. Especialista em Didática do Ensino de História, também se destaca na produção de conteúdo e material pedagógico voltado à história regional, à museologia e à educação patrimonial, aproximando o conhecimento histórico da comunidade escolar e do público em geral. Casado, pai de duas filhas e avô de quatro netos, Wanderley Cavalcante alia sensibilidade, rigor acadêmico e compromisso social em sua atuação, reafirmando o papel da história como instrumento de formação cidadã e valorização cultural. Jornalista Ricardo Veras Produção: Paralelo 29 Comunicação e Artes

  • Lourdes de Abreu apresenta a exposição “Diversidade” na Galeria Maria Helena Drechsler

    Gramado é uma cidade múltipla, colorida e vibrante, formada por camadas, olhares e histórias que a tornam mágica e inesquecível. É justamente essa diversidade de paisagens, memórias e belezas naturais que inspira a artista Lourdes de Abreu , responsável pela exposição “Diversidade” , que passa a ocupar a Galeria de Artes Maria Helena Drechsler a partir desta segunda-feira, dia 2. A mostra reúne diversas obras da artista plástica que retratam cenários marcantes do município, como o Lago Negro e o Lago Joaquina Rita Bier , além de paisagens, flores e símbolos que reforçam a identidade gramadense, como as hortênsias, o inverno e outros elementos que fazem de Gramado um lugar único. Segundo Lourdes, a exposição é também um convite à contemplação e ao pertencimento. “Cada obra carrega um pouco do meu olhar sobre Gramado, das cores, das paisagens e das sensações que essa cidade desperta. É uma forma de registrar aquilo que muitas vezes passa despercebido, mas que faz parte da nossa identidade” , destaca a artista. A exposição é aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 7h50 às 11h50 e das 13h às 17h. Toda a comunidade está convidada a prestigiar as obras e conhecer mais sobre a trajetória artística da gramadense Lourdes de Abreu. Ao valorizar artistas locais e abrir suas portas para a cultura, a Câmara Municipal de Gramado reafirma seu compromisso com a promoção da arte, da identidade cultural e do acesso da comunidade aos espaços públicos, fortalecendo seu papel como protagonista na valorização da história e da criatividade da cidade.

  • Vereadores participam da reunião ordinária do Conselho Municipal de Cultura de Gramado

    A reunião ordinária do mês de fevereiro do Conselho Municipal de Cultura de Gramado foi realizada na tarde de ontem, quarta-feira, dia 25, no Centro Municipal de Cultura de Gramado, e contou com a presença de vereadores da Câmara Municipal de Gramado. A participação ocorreu a partir de solicitação do Conselho, com o objetivo de aproximar o Legislativo das demandas da classe cultural do município. Durante o encontro, representantes do setor cultural apresentaram pautas relacionadas ao fortalecimento de políticas públicas, incentivo a projetos e valorização dos agentes culturais locais. Os vereadores acompanharam as manifestações de forma atenta, ouvindo conselheiros e participantes e demonstrando abertura ao diálogo. A presença do Legislativo foi destacada pelos integrantes do Conselho como um gesto importante de aproximação institucional. Os parlamentares se mostraram receptivos às demandas apresentadas e reforçaram a disposição em manter o diálogo com o setor cultural, buscando encaminhamentos que contribuam para o desenvolvimento das atividades artísticas e culturais em Gramado. A reunião reforçou a importância da escuta ativa entre poder público e sociedade civil, evidenciando o papel do Conselho de Cultura como espaço de construção coletiva e de articulação de políticas voltadas ao fortalecimento da cultura no município.

  • Curso intensivo de máscaras reúne artistas e promove imersão cênica

    O Gazebo Cultural, em Canela, recebeu no último fim de semana uma intensa programação voltada à pesquisa corporal e à criação artística. Atores, bailarinos e cantores participaram do curso intensivo “A Máscara e o Corpo Cênico”, ministrado pela atriz e pesquisadora Tiche Vianna, do Núcleo de Criação Cênica de Campinas - NUCCA Teatro, totalizando 16 horas de atividades. Com mais de 30 anos de pesquisa dedicada ao estudo das máscaras teatrais, especialmente a commedia dell’arte, Tiche Vianna é considerada referência nacional na área. Além do trabalho artístico e pedagógico, atuou como preparadora de elenco da TV Globo em produções com forte investigação estética e corporal, como as séries “Hoje é Dia de Maria”, “Capitu” e “A Pedra do Reino”, entre outros projetos voltados ao aprimoramento expressivo do ator em parceria com o diretor Luiz Zanin Orichio. Durante o curso, os participantes experimentaram diferentes qualidades de presença e escuta a partir do uso da máscara, compreendida não como adereço, mas como dispositivo de criação. Ao ocultar o rosto, a proposta desloca o foco para o corpo, exigindo precisão, organicidade e verdade cênica, onde cada gesto passa a ter intenção e cada pausa adquire significado. Segundo Tiche, a máscara não esconde, ela revela, dialogando com o intérprete, provocando estados internos e reverberando no espaço, criando uma comunicação expandida com o público. O trabalho investigou como o corpo pode se tornar território expressivo pleno, capaz de sustentar narrativas, atmosferas e emoções sem depender exclusivamente da palavra. Para muitos participantes, a experiência foi considerada transformadora, proporcionando ferramentas técnicas, além de um reencontro com o jogo, a escuta e a potência poética da presença em cena. A imersão foi promovida pela atriz e produtora cultural Lisiane Berti e reuniu 18 artistas da região interessados em aprofundar o trabalho corporal como eixo fundamental da cena, reafirmando o compromisso de Lisi, desde a época do Estúdio de Pesquisa Teatral, com a formação artística continuada em Canela, aproximando a cidade de importantes nomes da pesquisa teatral brasileira e fortalecendo o intercâmbio cultural na região. O sucesso da edição já desperta o interesse por novas formações e aprofundamentos, consolidando a máscara como um caminho vivo e pulsante de investigação cênica.

  • NAIANA MUSSATO AMORIM | Escritora

    A escritora Naiana Mussato Amorim foi a entrevistada do jornalista Ricardo Veras, em uma conversa especial para o Gramado Arts.   Formada em Literatura pela Universidade Federal de Uberlândia, Naiana construiu uma sólida trajetória acadêmica, com Mestrado em Teoria Literária e Doutorado em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense. Natural de Campinas, em São Paulo, ela atua como escritora e produtora cultural, desenvolvendo um trabalho sensível e atento às múltiplas possibilidades da palavra.  Assista: Autora do livro de poemas Deslumbramentos, publicado em 2015, Naiana compartilha em sua obra reflexões, percepções e experiências que dialogam com o cotidiano e com a subjetividade humana.   Durante a entrevista, a escritora falou sobre sua formação, o processo criativo, os caminhos da poesia e o papel da literatura como espaço de expressão, investigação e encontro.   Uma conversa que aproxima o público do universo literário de Naiana Mussato Amorim e revela a potência da escrita como forma de sensibilidade, pensamento e presença no mundo.

  • JANE POZZO | Cantora | Integrante do Coral Vozes de Gramado

    JANE POZZO | Cantora | Coral Vozes de Gramado   Natural de Santo Ângelo, Jane Elisabete Pozzo reside há 27 anos em Gramado (RS). Empresária, produtora cultural e artista, é formada em Música e pós-graduanda em Musicoterapia. Possui formações técnicas em Regência e Canto Coral, Curta-Metragem, Turismo e Negócios. Assista: No movimento tradicionalista, foi 1ª Prenda Adulta do CTG e, posterior, da 3ª RT. Participou de festivais de música como FEEC, concursos de declamação pelo Estado, séries e filmes como "O tempo e o Vento", com direção de Paulo José, onde figurou como uma personagem indígena. Apaixonada pela música popular e gaúcha, participou de diversos shows com nomes importantes da música regional. Como produtora, realizou a final RS do maior festival de metal do mundo: o Wachen, realizado no Brasil pela revista Roadie Crew. Seu encontro com o canto coral já a levou até países como Alemanha, França e Inglaterra. É a atual presidente da AGRAMUS - Associação Gramadense de Música e Artes. Integrante do Coro Vozes de Gramado, há vários anos representa o município em eventos como Vindima, Páscoa Gramado, Festa da Colônia e Festival de Cinema de Gramado e Natal Luz. Atualmente, exerce o cargo de presidente do Conselho Municipal de Cultura de Gramado, onde coordena ações voltadas ao fortalecimento do setor cultural no município. No âmbito estadual, contribui como conselheira do Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul, integrando a diretiva do CEC. Fonte: https://cultura.rs.gov.br/jane-pozzo Trecho da entrevista: Na verdade, eu acho que a arte entrou na minha vida quando eu nasci. Eu não tenho a menor dúvida, porque meu presente de um ano de idade foi um toca-discos da Philips, que meu pai me deu. Com um ano, eu não sabia nem como ele funcionava, mas já comecei a ouvir, porque sabia que era para mim.   Havia conjuntos ensaiando na minha casa, então foi um período de muito aprendizado. A música era presente na minha casa, e o lado artístico também. Eu cresci dentro desse movimento e acredito que daí partiu tudo o que eu faço hoje, tudo o que eu sou. “Esse trabalho que a gente faz é o mais importante. A gente canta e é feliz”.   A gente aprende muito com as artes, e elas são importantes na vida de uma criança, porque uma criança com a partitura na mão é uma criança que não vai pegar uma arma. A essência do meu trabalho hoje, na arte, é justamente a emoção que a gente consegue passar. No momento em que tu consegues fazer com que a outra pessoa sinta uma emoção por estar te assistindo, que se sinta feliz, isso é tudo. Quando a gente está cantando, é como se fosse tomado por algo divino. Muitas vezes, antes de entrar no palco, a gente pensa: será que vai dar certo? Será que minha voz vai tocar a alma das pessoas? Será que eu vou conseguir? E, quando entra, é maravilhoso. Estar em cima do palco, com o público nos assistindo, faz com que as coisas aconteçam magicamente. Essa é a essência.  “Hoje, o que mais inspira o meu trabalho nessa área musical — em que tenho o Coral Vozes de Gramado aqui — é realmente a reação das pessoas.” O processo criativo vem justamente da emoção, daquilo que nos toca. Tivemos casos, por exemplo, de cantar em um lar de idosos, onde as pessoas já não lembram de quase nada. Mas, quando ouvem determinada música, tentam cantar. Isso não tem preço. Ver as pessoas pedindo para a gente voltar, dizendo “não sei quanto tempo ainda tenho, voltem para cantar para nós”… Esse trabalho que a gente faz é o mais importante. A gente canta e é feliz.   Hoje, o que mais inspira o meu trabalho nessa área musical — em que tenho o Coral Vozes de Gramado aqui — é realmente a reação das pessoas. É a alegria. É saber que as pessoas que vêm a Gramado para o Natal Luz e para todos os eventos vivem uma vida inteira economizando, porque o maior sonho é chegar aqui. Nós, artistas, temos a responsabilidade de oferecer o melhor para que possamos ver as lágrimas nos olhos dessas pessoas, acompanhadas de um sorriso.   É essa mistura que a gente espera sempre ver no rosto de quem nos assiste.   Na verdade, a música chega ao coração das pessoas das mais variadas formas. Quando nós cantamos, por exemplo, “Gabriel’s Oboe”, que é uma música bastante religiosa, cada pessoa recebe conforme o momento que está vivendo. Se está em um momento alegre, vai receber a música com alegria, como algo maravilhoso. Se está vivendo um momento de perda, de tristeza, vai recebê-la como um bálsamo para acalmar aquela dor. Mas também pode acontecer de a pessoa se sentir ainda mais triste por estar ali naquele momento e alguém que ela gostaria que estivesse ao seu lado não estar.   O importante é a forma como nós transmitimos — e que as pessoas recebam da melhor maneira possível.

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